Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/2288
Título: A percepção de risco no cancro da pele: Um estudo com "banhistas
Autor: Costa, Rita Silvestre
Palavras-chave: Perceção de risco
Cancro da pele
Exposição solar
Risk perception
Skin cancer
Sun exposure
Data de Defesa: 2012
Editora: ISPA - Instituto Universitário
Resumo: O cancro da pele tem aumentado consideravelmente na população Caucasiana e os números em Portugal são um reflexo desse aumento. A literatura refere que a incidência deste tipo de cancro poderia ser menor se os indivíduos tivessem comportamentos de prevenção. As taxas podem diminuir se os cidadãos evitarem exposições prolongadas ao sol e se utilizarem proteção solar. Pelos poucos estudos encontrados em Portugal, a presente investigação tem como objetivo principal perceber como é que uma amostra de cidadãos portugueses perceciona o risco face ao cancro da pele num contexto balnear. Tem ainda como objetivos específicos compreender se existem diferenças na perceção de risco do cancro da pele face às variáveis sociodemográficas e clínicas. Foi recolhida uma amostra de 318 participantes, que frequentavam a praia, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos. Utilizaram-se como instrumentos, o Questionário Sócio-Demográfico e a Escala de Perceção de Risco face ao Cancro da Pele. Verificou-se que a amostra teve uma perceção de risco média. Para o género feminino (t=5,638, p=0,000), cor de pele (F=3,214, p= 0,013), queimaduras solares (t= -2,420, p=0,016), frequência do protetor solar (F= 7,270, p= 0,001), observação de alterações provocadas pela doença (t= -2,336, p=0,020), constatou-se um resultado estatisticamente significativo para a perceção de risco e suas dimensões. Encontrou-se evidência para uma correlação positiva entre a perceção e suas dimensões e o autoexame, check-up médico e influência do bronzeado sobre a aparência. Não se obteve resultados significativos para as variáveis idade, escolaridade e contacto com indivíduos com cancro da pele. ------- ABSTRACT ------ Skin cancer has increased considerably in the Caucasian population and the numbers in Portugal reflect this increase. Scientific literature suggests that the incidence of this type of cancer could be prevented if individuals took preventive behaviors. Effectively, rates may decrease if citizens avoid prolonged exposure to the sun and protect themselves when exposed. Taken into account the few studies that were found in Portugal within this subject, this research aims to understand how a sample of Portuguese citizens during bathing season perceive the risk of skin cancer. This research also has the goal to understand whether there are differences in the perception of the risk of skin cancer in demographic and clinical variables. A sample of 318 participants aged between 18 and 74 years old, was collected. Both the Socio-Demographic Questionnaire and the Scale of Perceived Risk of Skin Cancer were used. The sample had an average risk perception. For females (t = 5.638, p = 0.000), skin color (F = 3.214, p = 0.013), sunburn (t = -2.420, p = 0.016), frequent application of sunscreen (F = 7.270, p = 0.001), observation of changes caused by this disease (t = -2.336, p = 0.020) showed a statistically significant result for the perception of risk and its dimensions. Positive correlations were found between perception and its dimensions with self-examination, medical check-up and influence of tan in appearance. No significant results were obtained for the variables age, education and contact with individuals with skin cancer.
Descrição: Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/2288
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