Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/1600
Título: Práticas de ensino da leitura e da escrita no 1º ano de escolaridade
Autor: Gaitas, Sérgio Miguel Protásio
Martins, Margarida Alves
Data: 2012
Editora: ISPA - Instituto Universitário
Citação: In L. Mata, F. Peixoto, J. Morgado, J. C. Silva & V. Monteiro (Eds.), Actas do 12.º Colóquio Internacional de Psicologia e Educação: Educação, aprendizagem e desenvolvimento: Olhares contemporâneos através da investigação e da prática (pp. 46-60). Lisboa: ISPA - Instituto Universitário
Resumo: A investigação sobre o ensino da linguagem escrita tem descrito o debate e a controvérsia sobre a melhor forma de iniciar os alunos neste processo complexo. Este debate tem como principais intervenientes os defensores do método sintético, que defendem a importância do domínio do código da linguagem escrita – as letras têm sons que se combinam para formar palavras de forma mecânica e previsível, e os defensores do método global, que postulam a importância dos alunos perceberem a funcionalidade da linguagem escrita – experiências reais com verdadeiros suportes de leitura e escrita. Recentemente, ultrapassando esta dicotomia código/significado, diferentes trabalhos têm demonstrado a eficácia de uma abordagem que contemple elementos de ambas as perspetivas referidas anteriormente (e.g. Guthrie, Schafer, & Huang, 2001; Pressley, 2003). Neste contexto, o objetivo deste estudo foi o de analisar as práticas de ensino da leitura e da escrita no primeiro ano de escolaridade. Participaram neste estudo 880 professores portugueses a lecionar no primeiro ano de escolaridade. Para analisar as práticas dos professores foram utilizados dois instrumentos: um questionário, adaptado e validado a partir do questionário de Fijalkow e Fijalkow (1994; 2003) e construída uma grelha de observação de práticas de ensino da leitura e da escrita. Através de uma análise de clusters foram identificados três subgrupos de professores que se caracterizam genericamente da seguinte forma: um subgrupo com práticas mais centradas no código; outro com práticas mais centradas no significado; e um grupo misto. Foram ainda observados três professores de cada subgrupo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/1600
ISBN: 978-989-8384-15-7
Aparece nas colecções:UIPCDE - Actas de reuniões cientificas
PEDU - Actas de reuniões cientificas

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