Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.12/1225
Título: Adaptação da escala de autoconceito artístico para estudantes do ensino secundário
Autor: Pipa, Joana
Peixoto, Francisco José Brito
Data: 2011
Editora: Sociedade Portuguesa de Psicologia
Citação: in: Ferreira, A. et all (2011). Actas do VIII Congresso Iberoamericano de Avaliação/Evaluación Psicológica. XV Conferência Internacional Avaliação Psicológica: Formas e Contextos. Sociedade Portuguesa de Psicologia: Lisboa
Resumo: O presente estudo reflecte os resultados obtidos na adaptação da escala de autoconceito artístico para adolescentes de Vispoel (1993). Partimos de uma abordagem que define o autoconceito como um constructo multidimensional, sendo um reflexo das várias facetas da vida dos sujeitos, que tanto os identifica como os diferencia. Assim, torna-se pertinente o desenvolvimento de instrumentos de medida para dimensões específicas do autoconceito, nomeadamente no que respeita à componente artística, traduzindo a existência de uma percepção artística integrada na estrutura do autoconceito. Deste modo, o objectivo do presente estudo foi adaptar a escala de autoconceito artístico de Vispoel (1993) para aplicação com adolescentes portugueses. Responderam à escala de autoconceito artístico 226 sujeitos do 10º e 11º anos, representando um universo escolar diversificado que contemplou estudantes de música, dança, artes visuais e do ensino regular. A escala de autoconceito artístico de Vispoel é constituída por 40 itens agrupados em 4 dimensões: Música, Artes Visuais, Dança e Representação. Os dados foram analisados do ponto de vista da validade interna, com o recurso a análises factoriais exploratórias e confirmatórias, e da fidedignidade, através da análise da consistência interna. A análise factorial exploratória revelou resultados satisfatórios tendo-se agrupado claramente os itens nas 4 dimensões sugeridas: música, dança, artes visuais e representação. A totalidade dos factores explica 62,92% da variância total. Os resultados da consistência interna revelaram igualmente uma fiabilidade bastante satisfatória (entre α=.93 e α= .94). Foi posteriormente realizada uma análise factorial confirmatória, contemplando os dados de 203 alunos. O modelo testado revelou um ajustamento aceitável.
URI: http://hdl.handle.net/10400.12/1225
ISBN: 978-989-20-2702-9
Aparece nas colecções:UIPCDE - Actas de reuniões cientificas
PEDU - Actas de reuniões cientificas

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