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dc.contributor.authorVale, Ana Teresa de Paulos Martins do-
dc.date.accessioned2011-10-06T19:49:54Z-
dc.date.available2011-10-06T19:49:54Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.12/1007-
dc.descriptionDissrtação de Mestrado em Psicologia Legalpor
dc.description.abstractCom este trabalho, procurou-se ampliar a capacidade da metodologia Rorschach de modo a que pudesse aceder a outras dimensões do funcionamento mental que não aquelas que fazem parte da abordagem clássica da prova. Consequentemente, a inscrição do trabalho faz-se no contexto da metodologia projectiva; ainda assim, no seio desta metodologia, foi rejeitada a submissão a um racional psicopatológico, buscando novos sentidos e aplicando ao Rorschach, dentro da Psicanálise, o modelo desenvolvido por W. Bion, procurando desta forma focar o funcionamento psíquico do sujeito à luz dos processos de pensamento e simbolização, mais especificamente, a dimensão da comunicação no contexto da relação ♀♂. Para isto, explorámos o modelo e delineámos procedimentos de análise a partir dele, procedimentos que orientaram a nossa análise do protocolo de Rorschach. Esta abordagem ao Rorschach vem na sequência de outros trabalhos que têm vindo a ser desenvolvidos entre nós, como por exemplo os trabalhos de Emília Marques. O carácter inovador do trabalho que agora se apresenta prende-se com a questão específica que investigámos (a comunicação) e com a aplicação desta metodologia a um objecto de estudo particular - adultos com história infantil de maus tratos. Pensando a situação de maus tratos com o recurso ao modelo bioniano, pensamos ter delineado um novo olhar sobre esta questão, perspectiva essa que difere da literatura existente actualmente sobre o tema. Desta forma, centrou-se a perspectiva no sujeito e não no acto, explorando os vários sentidos que a situação de maus tratos pode ter para o sujeito adulto que a viveu na sua infância. Assim, encontrámos as dimensões realçadas pelos autores que fizeram parte da nossa pesquisa bibliográfica: o evitamento da relação, a insensibilização dos sentidos, a impermeabilização ao outro (marca da comunicação comensal), bem como a desconfiança de colorido paranóide, associada a afectos de frustração, ódio, angústia, dor e desorganização mental (enquanto marca da comunicação parasitária). Mas igualmente, encontrámos movimentos em direcção ao objecto, a necessidade e o apelo à relação, momentos em que a comunicação simbiótica parece tornar-se mais possível, os quais abrem alguma possibilidade de transformação e de pensar a experiência emocional.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Superior de Psicologia Aplicadapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTeste de Rorschachpor
dc.subjectTécnicas projectivaspor
dc.subjectPsicopatologiapor
dc.subjectPsicologia clínicapor
dc.subjectPsicanálisepor
dc.subjectComunicaçãopor
dc.subjectAbuso físicopor
dc.subjectRorschach testpor
dc.subjectProjective techniquespor
dc.subjectPsychopathologypor
dc.subjectClinical psychologypor
dc.subjectPsychoanalysispor
dc.subjectCommunicationpor
dc.subjectPhysical abusepor
dc.titleA comunicação à luz de masculino-feminino em sujeitos adultos com história infantil de maus tratos: Estudo através do Rorschachpor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationLisboapor
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